
Ás vezes no silêncio da escuridão a minha alma é preenchida por um baco!
Desconheço rumos incertos que atravessam o meu caminho. Pensamentos passados que invadem o presente que se torna obscuro (...)
Minha alma procura conforto, com fome procura na solidão alimento.
Ela que tantome retirou hoje é um posto de saciamento.
Incógnitas surgem sem explicação, elas apoderam-se de mim.
Sou estranha a meus próprios olhos , nao me conheço!
Tudo é abstracto e a realidade foge do meu alcance, pareço nao sentir, nao me importar, pareço simplesmente que deixei de acreditar (...)
Jamais poderei me reencontrar se me retiram tudo que me preenche, ilusões desmascaradas enfraquecem o meu ser.
Necessidades aumentam e a necessidade de saber quem sou também.
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